21.set 2015
Amor, Baby

O nascimento do Samuel

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Fiquei na dúvida se contava sobre o nascimento do meu filho por aqui, pois tudo hoje em dia é tão polêmico… Mas, como aqui é meu espaço e o dia que pude pega-lo em meus braços foi maravilhoso, não poderia deixar de dividir, mesmo não tendo sido como eu havia imaginado.

Bom, antes de engravidar, me peguei algumas vezes em rodas de conversa onde o tema era o parto e as pessoas todas muito efusivas defendendo o parto normal / natural e falando muito mal da cesárea. Eu achava tudo aquilo uma bobeira, falava que o importante era nascer com saúde… Depois de um tempo tentando engravidar e nada, achava mais bobeira ainda, pensava, vai nascer do jeito que tiver que nascer, o importante é conseguir conceber! Rs.

Bom, mas depois que engravidei, mudei um pouquinho de opinião. Comecei a sonhar e desejar muito um parto normal. Li muito sobre o assunto, participei de cursos e me aprofundei. E, graças a deus, toda minha gestação caminhou para isso. Como já contei, passei por uma gravidez super tranqüila, fiz atividades físicas propícias ao parto e estava em total harmonia com minha médica (super fofa por sinal).

Com 33 semanas comecei a ter apagamento do colo do útero e tive que fazer um repouso relativo (não precisava ficar de cama, mas atividade física, caminhar longa distância, subir escada, etc., estava vetado). Apesar da chatice do repouso (estava muito ativa até então, detesto ficar parada!), o apagamento do colo era também um ótimo sinal para o parto normal. Era o processo já se iniciando, mas, como antes da hora, precisava repousar para segurar por mais tempo para ele não nascer prematuro.

E tudo deu certo. Entrei nas 38 semanas super bem. Fiz um ultrasom e meu médico (meu ginecologista que fez todos os ultras, então era praticamente acompanhada por dois médicos, ele e a obstetra) disse que ele ainda não estava encaixado. Perguntei se isso era um problema, ele falou que não, que ele podia encaixar a qualquer momento e até mesmo na hora do parto. Sinceramente, aquilo nem me preocupou na hora.

Bom, 5 dias depois deste ultra, acordei as 5 da manhã com contrações. Peguei meu aplicativo (hehe) e fui anotando o início e fim de cada contração e o espaço entre elas. Contei para o marido (que dormia profundamente) sobre as contrações e ele apenas disse para chama-lo caso precisasse de algo (afe, homem é muito estranho, né?).  E assim fiquei até umas 8 da manhã, quando, de repente, as contrações pararam. Tinha trabalhado até o dia anterior, mas neste dia resolvi não ir. Peguei o carro e fui para o salão (hehe), fiz escova e a unha. Queria que meu filho me conhecesse bem linda! =) e sabia que ele estava chegando! Passei a tarde descansando deitada e de noite jantando com o marido falei “Samuel vai nascer amanhã”. Ele quase caiu da cadeira e perguntou “como você sabe?”. Não sei, apenas sabia!!!!! “tu vens tu vens eu já escuto os teus sinais

Aproveitei para fazer uma manha básica também. Dei uma choradinha na cama… E ele perguntou “o que foi?” E eu “ah sei lá, me sentindo sozinha”. E então ele disse (que era o que eu queria!) “amanhã então não vou trabalhar, vou ficar aqui com você!”. Oba. Mas nem precisou. Às 4 da manhã acordei novamente com contração. 4:30 fui ao banheiro e o tampão saiu. E as contrações não pararam mais. Era meu filho me chamando, era hora dele nascer! Sabia disso! Às 7 horas fomos para o hospital encontrar com minha médica (que estava todo o tempo me monitorando via whatsapp). Ela me examinou, fez o toque e disse que estava já com 3cm de dilatação, mas que eu precisava caminhar, pois Samuel estava muito alto. Estranhamente, também não me preocupei com aquilo. Tinha certeza que ele ia descer na hora. E assim fiquei caminhando pelo hospital e me contraindo em dores cada vez em menor espaço de tempo. De hora em hora voltava para a médica me examinar. A dilatação ia aumentando a cada toque e o Samuca nada de descer.

Pré parto

Enfim, depois de 8 horas de trabalho de parto, com contrações cada vez mais fortes (sem anestesia – que já ia pedir neste momento pois já não estava agüentando) e dilatação de 6cm, a médica me examinou e disse que era melhor partirmos para uma cesárea, pois Samuel estava muito alto e, depois de 8 horas de trabalho de parto, era para ele já ter descido alguma coisa. Para tudo. O que? Gente, me deu um baque na hora, parecia um pesadelo. Parecia que ela tinha me falado algo terrível. Custei a acreditar. Falei que estava achando precipitado, que SÓ tinha 8 horas de trabalho de parto, que eu poderia ficar mais muitas e muitas horas ainda. Ela conversou bastante comigo, explicou que poderíamos ficar horas, esse não era o problema, a questão é que se ele não havia mexido nem meio centímetro durante todo este tempo, é que tinha alguma coisa o prendendo. Então que ficaríamos mais horas e horas, com desgaste sobretudo para o bebê, para por fim, constatar que teria que ser uma cesárea. Ouvi tudo e entendi, mas meu estado não estava normal. Arrumei uma choradeira descontrolada. Não conseguia parar de chorar. Minha mãe falou “filha, o importante é o Samuel nascer com saúde”. Não me bastou. Um grande amigo da família médico que estava me acompanhando também conversou comigo e eu só chorei mais. Marido pediu para todos saírem e conversou comigo, disse que a médica estava fazendo meu parto como se fosse da filha dela (palavras dela), que podíamos confiar nela, que sabia da minha frustração mas que isso não era o mais importante naquele momento. E o que acontecia? Eu ouvia tudo e buaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, só chorava. E quanto mais eu chorava mais as pessoas se preocupavam comigo e queriam conversar. Quanto mais elas conversavam mais eu chorava. Imaginaram a cena? Pois é, nada parecida com o dia tão esperado do nascimento do meu primeiro filho. Me deu uma frustração, nossa. Não esperava por aquilo, e em meio a muitas contrações e muitos hormônios, não consegui me controlar de decepção. Péssimo né? E juro que estava entendendo tudo, como disse, minha relação com a médica era ótima, ela mesma queria muito “me dar de presente um parto normal” (palavras dela) pois sabia como eu queria aquilo, mas, naquele momento parece que não havia lado racional em mim.

Bom, em meio a este drama (não conseguia parar de chorar então teve que ser em meio ao drama mesmo), dei OK para a cesárea e lá fomos nós para a sala de parto. Já via na janela minha mãe, minha irmã e minha cunhada. Todos alegres me dando tchau e eu com cara de poucos amigos (Oi, Andrea, vc está prestes a ter seu primeiro filho?!?). Pois é, estava mesmo. Me esforçando para ser simpática, hehe. Lá dentro, meu marido e o médico amigo da família (pessoa mais que especial) estavam ao meu lado. Bom, todo procedimento prévio foi muito rápido (anestesia, corte) e ai do nada falaram “ele vai nascer“. PARA TUDO. Em minutos escuto o choro que mudou minha vida. Em segundos me colocam ELE, meu filho, nos meus braços, aquele que me acompanhou durante 9 meses completos, aquele que me ouvia conversar e cantar… Aquele que recebeu tanto amor… Aquele que sonhei tantas noites, aquele se formou e cresceu dentro de mim!!!!! Muito louco, muito emocionante, muito perfeito! Juro que estou tentando mas não consigo colocar em palavras o que foi este momento. Uma explosão de amor, adrenalina, de tudo!

Este vídeo mostra um pouco…

 

Ele em meus braços chorando e quando falo “Oi filho, é a mamãe” ele para de chorar na hora… Muito lindo isso! Choro só de recordar este momento! E eu vidrada olhando para aquele serzinho roxo, tremendo, amendontrado e digo “ta tudo bem?” e ele dá um gemidinho… Muito especial nosso primeiro contato… De arrepiar!

Muito especial também ter o marido ao meu lado nesse momento. Muito mesmo. Ele ficou muito emocionado também, foi um momento de êxtase, nosso amor literalmente sendo multiplicado!

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Samuca nos braços

Nós 3

Ufa, depois de toda esta emoção e adrenalina, depois de estar com meu pacotinho nos braços (ele tão lindo e desprotegido!) não tinha como não estar me sentindo a mulher mais feliz do mundo. Mas, loucuras a parte, ainda estava com a história do parto me incomodando. Pensava “não acredito que meu primeiro filho foi de cesárea”. Ah, isso que não contei que logo após que “abriram”, viram que ele estava mesmo alto e com a cabeça presa na bacia, ou seja, ele não ia mesmo descer… Mas não era isso que me incomodava pois nunca tinha “duvidado” da decisão dos médicos. Foi mesmo a frustração num momento tão especial… Por isso achei legal contar aqui, pois criar expectativas é ótimo, mas se frustar neste momento foi ruim… Estamos muito sensíveis, sei lá.

O que acalentou muito meu coração foi quando o pediatra perguntou sobre o parto e contei e ele me disse: “O IMPORTANTE, ANDREA, NÃO É A FORMA QUE ELE VEIO AO MUNDO, O IMPORTANTE É QUE ELE NASCEU NO MOMENTO EM QUE ELE QUIS E ESTAVA PRONTO PARA NASCER”.Achei tão lindo isso. E isso de fato me confortou e me fez ver que estava tudo certo, ele queria nascer naquele momento, a forma não era tão importante… E assim também todo meu organismo estava pronto (mãe e filho sempre em sintonia) e o leite desceu naturalmente e tudo correu de forma perfeita…

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Samuca quarto

Samuca!

 

Esse post não tinha como ser menor? Não, não tinha…

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12.ago 2015
Baby

Uma dose de gravidez, por favor!

gravidez 9x

Como terminei o último post dizendo, estar grávida foi meu melhor “estado de espírito”.

Cada mulher passa pela gravidez de um jeito e não adianta você querer que a sua seja de tal forma pois não é algo muito controlável, que depende de você. Lembro que antes de engravidar assisti a um filme (dessas comédias pastelões) e a personagem principal era doida para engravidar. Ficou 2 anos tentando e nada. Ela se via grávida por diversas vezes: linda, leve, iluminada. Quando por fim engravidou foi tudo ao contrário: engordou horrores, tinha gases o tempo todo, andava de perna aberta, cabelo feio, muitos enjôos, enfim, foi uma fase terrível para ela, nada próximo ao que tanto sonhou.

E é bem por ai. Cada gestação é única e eu, graças a Deus, passei muito bem pela minha. Só posso agradecer, nada a reclamar. AMAVA estar grávida, tive pouquíssimos sintomas desagradáveis e não enjoei nada! Digo que fiquei melhor grávida do que não grávida, hehe. Várias coisas chatas que sinto e tenho na vida normal, simplesmente não tive grávida. Por exemplo, sempre tenho muita dor de cabeça e uma vez ao mês tenho uma enxaqueca chata (claro, não existe enxaqueca legal). Eu grávida não tive uma sequer dorzinha de cabeça. Já imaginou? 9 meses completos isenta desta dor? Tudo! Esse foi um exemplo que lembrei, mas foram várias coisas. Além do mais, mesmo passando super bem, as pessoas me tratavam com tanto cuidado e carinho, os desconhecidos super zelosos comigo… Nossa, até brincava que estava vivendo em um mundo cor de rosa, de fantasia… Rs

Sou também uma pessoa bastante ansiosa no geral  e quando estava grávida fiquei zero ansiosa, aliás até relax demais! Falo que fiquei ZEN e brinco que algum laboratório deveria vender um frasco com os hormônios da gravidez para me acalmar depois, rs. Ficava em alfa por diversas vezes e pensava “quero ser sempre assim!”.

Apesar dos sintomas que estão fora do nosso controle durante a gravidez, acredito que temos como apaziguar e melhorar nosso bem estar também. Não dá para viver de mal humor e jogar toda a culpa nos hormônios e não fazer nada para melhorar. Não dá para sentar e comer como se o mundo estivesse acabando e jogar toda a culpa no bebê. E uma coisa que ajuda de fato e achei essencial durante a minha gestação foi fazer uma atividade física. Sim, a gravidez deixa a gente sempre com um soninho, uma moleza (especialmente no começo), mas vale a pena se esforçar e fazer alguma coisa. Sedentarismo na gravidez só faz tudo piorar (eu acho!). Óbvio que não é para sair participando de maratona, mas atividades propícias a gestação. No meu caso fazia caminhadas e meu preferido: Yoga para Gestante! Entrava na aula uma e saía outra! Sempre fui adepta da Yoga, mas acho que fazer uma aula específica para Gestante tem todo um diferencial. Além de fortalecer a coluna vertebral (prevenindo as dores na lombar) e o assoalho pélvico, desenvolve a flexibilidade e o relaxamento, oferecendo maior estabilidade emocional para passar a gravidez com tranqüilidade e equilíbrio. Tem também toda a parte de respiração, que ajuda muito quando o bebê cresce e vai tomando a nossa cavidade toráxica, dificultando a respirar. Enfim, poderia fazer um post só falando das aulas e benefícios da Yoga! Super super super indico e recomendo para as futuras mamães! =)

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{Me envolvi tanto que além das aulas normais que já estava inscrita, todo curso e aula específica que surgia me matriculava!  E claro, ainda levei o maridão em alguns! Hehe.}

Assim como na vida, nem tudo são flores. Eu e marido passamos por um perrengue uns dois meses, mas o importante é o que você aprende com as dificuldades e como as usa para crescer e evoluir. Talvez eu não teria sido tão “sábia”, forte e calma para lidar se não estivesse com esta dose extra de gravidez…

Ichi, este post poderia ficar gigante, pois tem tanta coisa para escrever, mas tanta, sobre tudo que senti e vivi neste período de 9 meses. Para encurtar o que já está longo, só posso dizer que tive muita sorte de ter passado tão bem. Parece que sentia uma luz mesmo vindo de dentro de mim. Super difícil descrever como me sentia. Só sei que vivenciar, dia a dia, a formação e crescimento de um ser dentro de sua barriga é algo de outro mundo. E quando ele mexia? Era PURO, PURO amor. Então sim, você pode ter enjôos, cansaço extremo, o que for, mas nada tira a magia de carregar seu filho dentro do seu ventre! É muito emocionante e muito especial!

Esperar pelo Samuel foi lindo. Amei e já penso em repetir…

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Foto 1: Mosaico fotos arquivo pessoal

Foto 2 e 3: Ellen Azevedo

Foto 4 e 5: Cris Barakat

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24.jul 2015
Amigos, Amor, Baby

Boas novas!

Montagem vestido flor gravida c xande

 

Se descobrir que estava grávida foi uma emoção total, imagina como foi dividir com as pessoas amadas? Pensei já ter dado muitas boas novas nesta vida, mas com certeza nenhuma se comparou a esta. Além da alegria que todos ficaram por nós (que estávamos tentando há algum tempo), é a notícia de uma nova vida, né? Nada pode ser mais feliz que isso… Nada mesmo!

Depois do marido, minha mãe foi a primeira a saber. Não tinha como esconder isso dela (e olha que esperei 3 dias, até o exame de sangue confirmar!). O restante da minha família iria contar em um jantar especial que estava preparando de Dia dos Pais adiantado para meu pai (pois estaríamos viajando na data) que seria no sábado seguinte (descobri na segunda – quando contei para o marido – confirmei na quarta – quando contei para minha mãe).

Antes deste jantar, teríamos um outro jantar aqui em casa na sexta-feira, uma noite de fondue preparado especialmente para minha sogrinha, antecipando também o aniversário dela que estaríamos nesta mesma viagem. Foi super especial e emocionante quando no meio do jantar eu disse que daria o presente dela de aniversário. De fato, entreguei o presente (uma roupa de ginástica) e ai entreguei um saquinho, e ela “outro presente?” e eu disse “mas este aqui é mais especial”. Era uma chupeta. Ela abriu e custou a entender o que era aquele objeto. Dai com o coração na boca e a emoção a flor da pele disse “você vai ser vovó”. A este ponto, todos já estavam chorando na mesa… Lindo, lindo, lindo. Acho que depois ninguém conseguiu comer direito o restante do fondue, tamanha empolgação!

No dia seguinte, me preparei para mais emoção, mas a verdade é que nunca estamos de fato preparados, hehehe. Depois de servirmos as entradas no jantar (feitas por mim e minha irmã – que também não sabia de nada), disse que queria fazer um brinde. Um brinde a meu pai que… ai mal mal consegui falar, já estava chorando. Tinha bolado um discursinho para fazer sobre ele (que é TOP demais) mas me embolei nas palavras e nada saiu como programado (muito menos o chororô), mas depois de brindar ao melhor pai ever, consegui terminar dizendo “… e queria aproveitar para contar que temos um novo papai no recinto (e apontei para o marido), estou grávida!”. E pronto, todos na mesa desabaram de alegria e em lágrimas. Foi um dos brindes mais felizes da minha vida!

Depois de cada jantar, ligamos para nossos irmãos que moram em SP para dar as ótimas novas, mais emoção e alegria!

Na semana que seguiu convidamos meu sogro para almoçar e contamos que ele seria vovô. Mais um brinde de muito amor e alegria! E assim foi, encontrei com amigas queridas e fui contando as novas. Quem não deu para encontrar pessoalmente eu telefonei para contar. A reação de alegria de todas foi comovente, por isso digo “melhor boa nova da vida!”. A intenção não era contar para todo mundo (pois sempre dizem que é melhor esperar as 12 semanas), mas sim para os mais próximos. Não conseguiria esconder isso em absoluto.

Lembro de quando eu era criança e no dia do meu aniversário eu achava que eu tinha uma luz diferente. Achava que todo mundo (conhecidos e desconhecidos) sabiam que era MEU dia só de olhar para mim. Me sentia toda especial com esta luz. E era assim que estava me sentindo grávida. Com uma luz. E que minha família e amigos queridos iriam descobrir somente olhando para mim…

Ah!!!!! E além de contar que estava grávida, ainda dizia, “e vai ser menino!”. Todo mundo “como você sabe?”. Não sei como eu sabia, só sei que desde que descobri a gravidez, fechava o olho e via um menininho sorrindo para mim! =)

{Até arrepio escrevendo isso, pois agora que tenho o Samuel em meus braços e sorrindo para mim, penso que o bebê se parecia muito com ele. Que loucura né? <3 }

Pois é, que loucura mesmo. Loucura esse tal de ficar grávida, esse tal de ter um serzinho dentro da sua barriga, de acompanhar ele formando e crescendo, de sentir ele mexer dentro de você…

Estar grávida foi definitivamente meu melhor “estado de espírito”. 

 

Fotos: Cris Barakat

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